Segurança da informação na empresa: por que devo me preocupar?

Segurança da informação na empresa por que devo me preocupar

Para falarmos do tema “segurança da informação na empresa”, precisamos analisar o contexto atual no qual o assunto está inserido.

As estatísticas não são nada agradáveis: ao longo de 2016, os brasileiros tiveram um prejuízo de cerca de 33 milhões de reais com cibercrimes; metade dos dispositivos móveis no mundo está vulnerável a ataques; e sistemas desatualizados são a vulnerabilidade mais crítica no Brasil.

Dentro disso, é muito importante que a gestão da informação e os dados que transitam dentro de uma empresa estejam no centro das atenções — e é sobre isso que você vai ler aqui. Acompanhe!

4 erros mais comuns em segurança da informação na empresa

Para refletir sobre a segurança da informação, nada melhor do que listar os erros mais comuns que as empresas praticam e pensarmos em como é possível evitá-los. Veja:

1. Considerar segurança da informação um gasto e não um investimento

A PwC divulgou recentemente um estudo no qual aponta que 69% dos executivos de negócios que decidem questões relacionadas à segurança da informação na empresa pretendem fazer investimentos em soluções de cibersegurança baseados na nuvem.

Esta pesquisa mostra o quanto os empresários em todo o mundo já entenderam a importância de manter os dados corporativos seguros. No entanto, ainda há muitas empresas que veem os investimentos em segurança mais como um gasto, o que não é verdade.

Para mudar essa visão, basta entender que os dados são ativos muito importantes. Eles, quando bem estruturados e analisados, podem se transformar em informações de extrema relevância para tomada de decisão e criação de valor ao negócio. Numa abordagem um pouco mais dramática, basta pensar em todos os prejuízos que podem decorrer do não cuidado com a segurança dos dados.

2. Não fazer auditoria de segurança de TI

Outro erro muito grave é não fazer auditorias periódicas da segurança da informação na empresa, ou seja, não avaliar sistematicamente a segurança da infraestrutura de TI e não verificar se os recursos tecnológicos estão em total conformidade com os critérios (internos e externos) de segurança.

A auditoria é uma prática de extrema importância que gera em toda a empresa a cultura da segurança dos dados ao mesmo tempo em que oferece alívio em relação às preocupações relacionadas às vulnerabilidades técnicas.

3. Ter políticas e processos mal definidos

Uma pesquisa da IBM mostrou que boa parte dos incidentes de segurança da informação nas empresas está relacionada a erros cometidos pelos próprios usuários. A abertura de e-mails com vírus (phishing) e o acesso a sites não seguros estão no topo da lista de deslizes.

Portanto, por mais que as pessoas pareçam bem familiarizadas com a tecnologia, é muito importante que as empresas continuem trabalhando a conscientização de seus colaboradores. Para isso, ter políticas e processos bem claros é fundamental.

Cada usuário deve saber exatamente o que pode e o que não pode fazer na rede corporativa, como deve operar os sistemas e quais são os riscos e suas consequências.

4. Não monitorar e administrar os ambientes críticos

Outro erro fatal que as empresas cometem é não administrar de forma proativa os ambientes críticos de sua infraestrutura de TI. Sem o monitoramento dos bancos de dados, por exemplo, é muito comum que os incidentes só sejam percebidos depois que já não há o que fazer para evitá-los.

Sistemas, infraestrutura, processos e pessoas precisam trabalhar juntos para que a segurança da informação na empresa seja um valor. Estas quatro frentes merecem uma gestão profissionalizada para garantir disponibilidade, confiabilidade dos dados e, assim, a sustentabilidade do negócio.

Buscar o auxílio de uma empresa especializada no assunto pode ser uma boa saída para as empresas que não tem expertise em monitoramento e gerenciamento de ambientes críticos.

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